sábado, 21 de abril de 2018

Jethro Tull: disponível agora o relançamento do album “Heavy Horses"

 

Chega a todas as plataformas digitais o relançamento de Heavy Horses, do Jethro Tull. O projeto chega repaginado para a comemoração do aniversário de 40 anos deste, que é um clássico da carreira do músico. Faixas extras acompanham as remixagens de Heavy Horses, Months e Acres Wild, feitas pelo produtor Steven Wilson.

O álbum, que figurou o TOP 20 de diversas partes do mundo em 1978, foi aclamado pela crítica, sendo um sucesso comercial e atraindo uma legião de fãs para o Jethro Tull. O lançamento inaugura uma série de homenagens pelos 50 anos do Jethro Tull, celebrados em 2018, ano que promete muitas supresas aos seguidores da icônica banda britânica de folk-rock.


Confira aqui o tracklist completo do projeto:


And The Mouse Police Never Sleeps (Steven Wilson Stereo Remix)
Acres Wild (Steven Wilson Stereo Remix)
No Lullaby (Steven Wilson Stereo Remix)
Moths (Steven Wilson Stereo Remix)
Journeyman (Steven Wilson Stereo Remix)
Rover (Steven Wilson Stereo Remix)
One Brown Mouse (Steven Wilson Stereo Remix)
Heavy Horses (Steven Wilson Stereo Remix)
Weathercock (Steven Wilson Stereo Remix)
Living In These Hard Times (Version 2) [Steven Wilson Stereo Remix]
Everything In Our Lives (Steven Wilson Stereo Remix)
Jack-A-Lynn (Steven Wilson Stereo Remix)
Quatrain (Studio Version) [Steven Wilson Stereo Remix]
Horse-Hoeing Husbandry (Steven Wilson Stereo Remix)
Beltane (Steven Wilson Stereo Remix)
Botanic Man (Steven Wilson Stereo Remix)
* Living In These Hard Times (Version 1) [Steven Wilson Stereo Remix]
* Botanic Man Theme (Steven Wilson Stereo Remix)
 .




Fonte: Warner Music

terça-feira, 17 de abril de 2018

Assista ao videoclipe de “Life on Earth”, novo single do Snow Patrol

 

A banda Snow Patrol acaba de lançar o videoclipe de “Life On Earth”. O single faz parte do próximo álbum da banda, “Wildness”, seu sétimo trabalho de estúdio, com lançamento programado para 25 de maio. “Don´t Give In” foi a primeira faixa do álbum divulgada pela banda e já conta com mais de 2 milhões de plays no Spotify.


Formado por Gary Lightbody, Paul Wilson, Nathan Connolly, Johnny McDaid e Jonny Quinn, o Snow Patrol fez uma pausa nos últimos anos. “Descobrir onde o Snow Patrol se encaixa no mundo da música após um intervalo de 7 anos será um desafio”, disse o vocalista, Gary Lightbody. Ao longo de uma carreira de duas décadas, o Snow Patrol encontrou seu espaço no mundo da música. Desde a sua estreia, em 1998, com o álbum “Songs for Polarbears”, a banda já angariou um número impressionante de elogios de público e crítica pelo mundo. Seu último disco, “Fallen Empires”, de 2011, vendeu mais de 260 mil cópias somente no Reino Unido.


Com números expressivos, incluindo 15 milhões vendas de álbuns, mais de 1 bilhão de streams globais, múltiplos certificados de platina no Reino Unido e indicações aos prêmios GRAMMY , BRIT Award e Mercury Music, “Don´t Give In” é uma bela amostra do que esperar do novo álbum. Um dos maiores sucessos da banda, a música “Chasing Cars”, tem mais de 183 milhões de views no YouTube e mais 4 milhões de streams.



Fonte: Universo do Rock

NEO HARDCORE 

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Roger Waters: anunciada data extra para o show em São Paulo



Os fãs acabam de ganhar Mais uma oportunidade para curtir a celebrada turnê mundial, Us + Them, de Roger Waters! Uma nova apresentaçãovai acontecer no dia 10 de outubro, no Allianz Parque, em São Paulo. Os ingressos do show do dia 09 de outubro, em São Paulo, já estão esgotados.

No show do dia 10 de outubro, clientes Cartão Elo contarão com pré-venda exclusiva entre os dias 16 e 18 de abril, começando às 20H do dia 16 de abril pela internet (http://www.ticketsforfun.com.br/ [9]) e às 12h do dia 17 de abril na bilheteria oficial (sem taxa de conveniência: Citibank Hall, em São Paulo) e pontos de venda espalhados pelo Brasil. A pré-venda exclusiva para clientes cartão Elo termina às 20h do dia 18 de abril.

Para o público em geral as vendas começam dia 19 de abril, a partir de 00H01 pela internet (http://www.ticketsforfun.com.br ) e às 12h na bilheteria oficial (Citibank Hall, em São Paulo) e pontos de venda espalhados pelo Brasil.


ROGER WATERS – US + THEM TOUR
PRESENTADO POR: CARTÃO ELO
REALIZAÇÃO: TIME FOR FUN
 
SÃO PAULO (SP)
CERVEJA OFICIAL: HEINEKEN
FORNECEDOR OFICIAL: HOSPITAL SANCTA MAGGIORE
DATA: Terça-feira, 09 de outubro de 2018 (ESGOTADO)
Quarta-feira, 10 de outubro de 2018.
LOCAL: ALLIANZ PARQUE - Rua Turiassú, 1840 - Perdizes - São Paulo - SP
ABERTURA DOS PORTÕES: 17h
HORÁRIO DO SHOW: 21h
CAPACIDADE: 45.500 pessoas
INGRESSOS: de R$ 165 a R$ 810 (ver tabela completa)
CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA: De 10 a 15 anos permitida a entrada acompanhado de responsável. A partir dos 16 anos é permitida a entrada desacompanhada.
 
INGRESSOS
SETORES
½ ENTRADA
 
INTEIRA
CADEIRA SUPERIOR
R$ 165,00
R$ 330,00
PISTA
R$ 190,00
R$ 380,00
 
CADEIRA INFERIOR
R$ 275,00
R$ 550,00
 
PREMIUM ELO
R$ 405,00
R$ 810,00
 
- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet).
 
- Para o show do dia 10 de outubro em São Paulo, os CLIENTES CARTÃO ELO contarão com 
PRÉ-VENDA EXCLUSIVA entre os dias 16 e 18 DE ABRIL, começando ÀS 20H do DIA 16 DE ABRIL pela INTERNET (http://www.ticketsforfun.com.br/) e ÀS 12H DO DIA 17 DE ABRIL na BILHETERIA OFICIAL (_sem taxa de conveniência: CITIBANK HALL, em SÃO PAULO)_ e pontos de venda [10] espalhados pelo Brasil. A pré-venda exclusiva para clientes cartão Elo termina ÀS 20H DO DIA 18 DE ABRIL.
 
- A venda para o show do dia 10 de outubro, em São Paulo, para o PÚBLICO EM GERAL começará DIA 19 DE ABRIL, a partir de 00H01 pela internet (http://www.ticketsforfun.com.br/) e às 12H na BILHETERIA OFICIAL (CITIBANK HALL, em SÃO PAULO) e pontos de venda [10] espalhados pelo Brasil.
 
- PARA O SHOW DO DIA 10 DE OUTUBRO, em SÃO PAULO, DURANTE O MÊS DE ABRIL, CLIENTES CARTÃO ELO podem parcelar seus ingressos em até 6 VEZES e os clientes dos DEMAIS CARTÕES em até 4X.
 
- DEPOIS DESSE PERÍODO, CLIENTES CARTÃO ELO poderão parcelar em até 3 VEZES e CLIENTES DOS DEMAIS CARTÕES em ATÉ 2X o show do DIA 10 DE OUTUBRO, EM SÃO PAULO.
- Será possível comprar até 6 ingressos por CPF
 
BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
CITIBANK HALL - Av. das Nações Unidas, 17.955 - Santo Amaro - São Paulo (SP).
Segunda-feira - fechada.
De terça a sábado: das 12h às 20h.
Domingo e feriado: das 13h às 20h.
 
LOCAIS DE VENDA – COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br
Retirada na bilheteria e E-ticket - taxas de conveniência e de entrega.
Pontos de venda no link: http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=pdv
FORMAS DE PAGAMENTO VÁLIDAS TICKETS FOR FUN
 
INTERNET:
Cartões de crédito Elo, MasterCard, American Express, Visa, Diners Club e Hipercard.
BILHETERIA E PONTOS DE VENDA:
Dinheiro;
Cartões de Credito Elo, MasterCard, American Express, Visa, Diners Club e Hipercard;
Cartões de Débito Elo, Visa Electron, MasterCard débito e Hipercard.
Vale Cultura

Fonte: Assessoria De Imprensa – T4F

sábado, 7 de abril de 2018

Dimmu Borgir confirma show único no Brasil em novembro


A banda norueguesa Dimmu Borgir acaba de confirmar apresentação única no Brasil dia 9 de novembro, em São Paulo, no Tropical Butantã. O show no Brasil faz parte da turnê sul-americana do novo álbum “Eonian”, que já tem apresentações marcadas na Argentina, Chile, Colômbia e México City.

O Dimmu Borgir vem ao Brasil para divulgar “Eonian”, novo álbum que será lançado em maio pela Nuclear Blast Records. A formação atual conta com Shagrath (vocal), Silenoz (guitarra), Galder (guitarra), Daray (teclado) e Gerlioz (bateria).

Com dez faixas, “Eonian” tem canções como “Interdimensional Summit”, “Council Of Wolves And Snakes” e “Lightbringer”. Comemorando o 25º aniversário do Dimmu Borgir, o novo álbum lida com um conceito filosófico baseado na ilusão do tempo. “Eonian” foi produzido pela banda ao lado de Jens Bogren.

“O tempo, quando não considerado no formato que estamos acostumados, não pode ser definido e, portanto, é ilusório”, explicou Silenoz. “Há apenas um ‘eterno agora’, que o título do álbum insinua. Quando viajamos entre os mundos visíveis e invisíveis, a percepção do tempo deixa de existir, não tem função. A energia é nossa tocha e bússola quando nós fazemos riffs e atravessamos o véu – quando vamos além”, disse Silenoz.

Formado há 25 anos, o Dimmu Borgir começou a chamar a atenção na cena metal mundial com o disco “For All Tid”, de 1996. Álbuns como “Godless Savage Garden” (de 1998), “Puritanical Euphoric Misanthropia” (2001) e “In Sorte Diaboli” (2007) transformaram o Dimmu Borgir em uma lenda do Black Metal em todo o mundo. O trabalho de estúdio anterior a “Eonian” é “Abrahadabra”, que saiu em 2010.

O Dimmu Borgir acaba de divulgar dois videoclipes inéditos para promover o novo álbum “Eonian”. Confira os vídeos abaixo.


SERVIÇO SÃO PAULO

Data: 9 de novembro de 2018
Abertura dos portões: 20h30
Local: Tropical Butantã
End: Av. Valdemar Ferreira, 93 (200m do Metrô Butantã)
Ingressos: (1º lote)

– PISTA MEIA/PROMOCIONAL*: R$ 100,00
– PISTA VIP MEIA/PROMOCIONAL*: R$ 150,00
– MEZANINO PROMOCIONAL*: R$ 300,00 – Open bar
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.


Fonte: Universo do Rock

terça-feira, 3 de abril de 2018

Show do Radiohead no Rio foi transferido para a Jeunesse Arena, em 19 de abril

 

O Soundhearts Festival, com Radiohead, foi transferido para a Jeunesse Arena, no mesmo complexo do Parque Olímpico (Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca). A nova data é o dia 19 de abril.

Para os clientes que já adquiriram seus ingressos não há necessidade de troca, bastando apenas apresentar o ingresso já comprado no acesso ao evento. O setor original “lounge” será alocado nos “camarotes”, na Jeunesse Arena.

Novos ingressos podem ser adquiridos em Livepass.com.br
Um novo setor será colocado à venda, as ‘’Cadeiras Nível 3’’, ao valor de R$ 170,00 (meia-entrada) e R$340,00 (inteira).

SERVIÇOS:

RIO DE JANEIRO
DATA: 19 de abril
LOCAL: Jeunesse Arena (Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3401 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ)
HORÁRIO: A partir de 18h30
VALORES:
Pista (inteira): R$ 380,00 – ESGOTADO
Pista (meia): R$ 190,00 – ESGOTADO
Lounge (preço único): R$ 800,00 – ESGOTADO
Cadeira nível 3 (inteira): R$ 340,00
Cadeira nível 3 (meia): R$ 170,00
Ingressos: Livepass

SÃO PAULO
DATA: 22 de abril
LOCAL: Allianz Parque (Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo – SP)
HORÁRIO: A partir de 16h30
VALORES:
Pista 1 (inteira): R$ 700,00
Pista 1 (meia): R$ 350,00
Pista 2 (inteira): R$ 360,00
Pista 2 (meia): R$ 180,00
Cadeiras Oeste/Leste (inteira): R$ 470,00
Cadeira Oeste/Leste (meia): R$ 235,00
Cadeira Sul (inteira): R$ 420,00
Cadeira Sul (meia): R$ 210,00
Cadeira Superior (inteira): R$ 260,00
Cadeira Superior (meia): R$ 130,00
Ingressos: Livepass
 
Foto: Reprodução/Youtube
Fonte: Universo do Rock 

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segunda-feira, 26 de março de 2018

Os altos e baixos do Lollapalooza 2018

Em sua maior edição, evento conseguiu bater a meta de 300.000 em público

 

Público posa em frente ao letreiro do Lollapalooza

Público posa em frente ao letreiro do Lollapalooza (Natália Luz/VEJA)

 

O Lollapalooza 2018 já pode comemorar. Com três dias de duração, um a mais que o habitual de anos anteriores, o festival de música alcançou a meta almejada, levando mais de 300.000 pessoas ao Autódromo de Interlagos, em São Paulo, entre sexta-feira e domingo. O número faz desta a maior edição do evento até então, e coloca o Lolla Brasil entre os mais relevantes de sua casa — o Lollapalooza Chicago dura quatro dias e soma 400.000 em público.

Outra boa notícia é que o festival aprendeu com erros do passado. Dramas de mobilidade dentro do Autódromo, com palcos muito distantes, foram resolvidos este ano. Assim como a diminuição de filas para compra de alimentos e bebidas. Entram na categoria problemas os absurdos preços dos ingressos e problemas técnicos e de estrutura dos palcos. Confira a seguir os altos e baixos do Lollapalooza 2018:

Altos

Lollapalooza - Volbeat

Lolla Cashless – A pulseira que serve para fazer compras funcionou bem, com vários postos de recarga. Consumir comida e bebida foi uma tarefa fácil, pela quantidade de ambulantes e tendas espalhadas. O preço, contudo, se manteve salgado como sempre, com um copo de cerveja custando 13 reais.

Poucas filas – Se organizar direitinho, todo mundo se diverte e pega pouca fila. Depois de muitas edições com filas gigantescas, o Lolla aprendeu a espalhar bem suas tendas e banheiros, e se beneficiou da facilidade da pulseira como forma de pagamento.

  
Alok se apresenta durante o primeiro dia do festival Lollapalooza 2018, realizado no Autódromo de Interlagos – 23/03/2018


Alok se apresenta durante o primeiro dia do festival Lollapalooza 2018, realizado no Autódromo de Interlagos - 23/03/2018 (Natália Luz/VEJA.com)

Posicionamento dos palcos – A distância entre os palcos — e as voltas para chegar de um ao outro — era um antigo problema do Lolla. Este ano, ele foi resolvido com palcos mais próximos um dos outros e shows intercalados. Assim, resolveu-se o problema de vazamento do som e congestionamento de pessoas em trânsito entre uma apresentação e outra.

Line-up – Não foi a melhor seleção de bandas e músicos de um Lollapalooza, mas também está longe de ser a pior. Jovens nomes do cenário nacional, como Liniker e Mahmundi, tiveram sua chance, enquanto os figurões foram representados por bandas relativamente atuais, como Imagine Dragons, The Killers e Lana Del Rey, deixando a categoria veteranos sob a responsabilidade de David Byrne, Red Hot Chilli Peppers e Pearl Jam.


Baixos

Acesso – Encarar o trânsito de São Paulo para chegar ao festival é, ainda, a tarefa mais estressante de todo o processo. Na sexta-feira, somado ao movimento natural da cidade, foi ainda pior. Na saída, o festival se aliou ao Uber para marcar pontos de encontro que facilitariam o escopo. Mesmo assim, uma ida do Autódromo à Avenida Paulista, por exemplo, podia demorar entre 1h30 e 2 horas de um trajeto que leva em torno de 45 minutos de carro. Enquanto não se resolve o problema de trânsito ao redor, a melhor opção para chegar ao Lolla é a estação de trem que fica a 15 minutos de caminhada do Autódromo.
Palco Ônix – Segundo espaço mais importante do evento, atrás do palco Budweiser, o Ônix foi um dos mais problemáticos do festival. Foi lá que o show de Liniker e os Caramelows acabou na metade por problemas técnicos. Ali também foi difícil ouvir o que cantava a banda Imagine Dragons, um dos momentos mais frustrantes do Lolla 2018.

A banda Imagine Dragons se apresenta durante o segundo dia do festival Lollapalooza, no Autódromo de Interlagos - 24/03/2018  
A banda Imagine Dragons se apresenta durante o segundo dia do festival Lollapalooza, no Autódromo de Interlagos


Confusão de palcos – Colocar Imagine Dragons e Lana Del Rey no palco Ônix foi uma decisão contestável. Ambos os espaços ficaram extremamente lotados do público que se aglomerou para ver os populares artistas. No domingo, por exemplo, Liam Gallagher se apresentava no palco principal com vários espaços vazios na plateia, que preferiu guardar lugar no palco vizinho, esperando por Lana.

Preço dos ingressos – apenas uma line-up com Paul McCartney, Rolling Stones, Beyoncé e Adele valeria 800 reais por dia.

Sorte

Público chega ao Autódromo de Interlagos, zona sul da capital paulista, para participar do festival Lollapalooza - 23/03/2018  
Público chega ao Autódromo de Interlagos, zona sul da capital paulista, para participar do primeiro dia de shows do festival Lollapalooza – 23/03/2018



Público chega ao Autódromo de Interlagos, zona sul da capital paulista, para participar do primeiro dia de shows do festival Lollapalooza - 23/03/2018 (Felipe Cotrim/VEJA.com)

Entre os altos e baixos, o Lollapalooza 2018 contou com uma ajudinha dos céus. Os três dias forma embalados por muito sol. Se chovesse, a plateia teria dificuldades em ver alguns palcos, como Ônix e Axe, onde era necessário se equilibrar em um terreno íngreme e revestido por pedregulhos.


Fonte: Revista Veja

quinta-feira, 22 de março de 2018

Abril Pro Rock divulga line-up completo da edição 2018 em Recife



O Abril Pro Rock divulga o seu line-up completo da sua 26ª edição, que continua apostando na força do rock. O evento realizado pela Astronave Iniciativas Culturais acontece nos dias 27 e 28 de abril de 2018, no Baile Perfumado, e dá espaço para as mais diversas tendências do gênero, trazendo para a programação todo o peso das guitarras. Os ingressos para os dois dias de festival estão disponíveis para compra online através do link http://www.sympla.com.br/abrilprorock2018 e nas lojas Passadisco e Disco de Ouro. O primeiro lote dos ingressos, válido até o dia 26 de março, custa R$ 50 (meia entrada), R$ 60 (ingresso social + 1 kg de alimento) e R$ 100 (inteira). No segundo lote, os valores passam para R$ 60 (meia entrada), R$ 70 (ingresso social + 1 kg de alimento) e R$ 120 (inteira).



Com a curadoria de Paulo André Moraes, Guilherme Moura e Alcides Burn, o festival tem confirmado em sua programação as participações da lenda do rock Richie Ramone (EUA), e das bandas Asomvel (ING), Supersuckers (EUA), 70mg (PE), Plugins (PE) e Mad Monkees (CE). No sábado, dia tradicionalmente dedicado ao metal, estão confirmadas as presenças das bandas Moonspell (Portugal), Immolation (EUA), Noturnall (SP), Uganga (MG) Armored Down (SP), Heavenless (RN), Hanagorik (PE), Matakabra (PE), Autopse (AL) e Decomposed God (PE).



O Abril Pro Rock é um dos festivais independentes mais relevantes do País por sempre reunir jovens artistas e bandas novas ao lado de clássicos nacionais e internacionais; e expoentes de uma nova música produzida no Brasil; a exemplo de Johnny Hooker, Barbara Eugênia, Tulipa Ruiz, Marcelo Jeneci, Felipe Cordeiro, Karina Buhr, Daniel Groove, Almério e muitos outros.



Nos últimos anos, além dos dois dias de shows, o Festival apresenta uma ampla programação paralela, a exemplo da Mostra Pôster Arte Design na sua sétima edição, que neste ano vai ocupar o Centro Cultural dos Correios.
Serviço:
Festival Abril pro Rock 2018
27 e 28 de abril de 2018
Baile Perfumado – Rua Carlos Gomes, 390, Prado, Recife [2]
Ingressos 1º lote (até 26 de março)
R$ 50 (meia-entrada)
R$ 60 + 1 kg de alimento não-perecível (entrada social)
R$ 100 (inteira)
Segundo lote (a partir de 27 de março)
R$ 60 (meia-entrada)
R$ 70 + 1 kg de alimento não perecível (entrada social)
R$ 120 (inteira)
Entrada mediante apresentação de documento oficial com foto (carteira de trabalho, RG ou passaporte). Menores de 18 somente com autorização por escrito dos pais/ responsáveis.
Ingressos à venda nas lojas Passadisco, Disco de Ouro e no site http://www.sympla.com.br/abrilprorock2018



Fonte: Maria Helena Monteiro

Curiosidades sobre o "anjo torto" Torquato Neto

 Resultado de imagem para Fotos de  Torquato Neto

segunda-feira, 19 de março de 2018

Curiosidades sobre o "anjo torto" Torquato Neto

 Resultado de imagem para Fotos de  Torquato Neto

Um homem de nome não revelado de Teresina - Piauí, descobriu em uma casa na periferia da cidade, uma raridade do cenário musical brasileiro. Trata-se de um disco de vinil do cantor piauiense e um dos ícones da "tropicália" Torquato Neto. A descoberta aconteceu por acaso durante uma faxina em um quarto da residência pouco frequentado por um amigo da família que estava passando uma temporada no lugar.

Torquato Neto nasceu em Teresina, foi radialista, jornalista onde manteve uma das mais conceituadas colunas do jornalismo daquela época intitulada "GELEIA GERAL" no jornal O Globo. O anjo torto como era assim chamado foi também; poeta, compositor e compôs letras com Caetano Veloso, Capinam, Tom Zé, Gilberto Gil, Edu Lobo entre outros. Mais foi  à cantora Gal Costa uma das mais importantes interpretes das musicas de Torquato Neto.

A descoberta dessa obra em vinil é uma verdadeira obra de arte do artistas que tem chamado atenção de colecionadores de varias partes do Brasil e depois desta matéria com certeza do mundo. O disco atualmente encontra-se com o proprietário de nome Antonio Carlos de 50 anos de idade e curiosamente, trabalha hoje como cuidador de idosos entre uma de suas funções. E já adiantou que não deseja se desfazer de sua mais nova descoberta.


Na década de oitenta, a banda de rock "Titãs" estourou no cenário pop rock brasuca com a musica "Go Back", e foi uma das mais tocadas e admiradas do artista. Na época quase ninguém no seu estado de origem sabia que aquela musica tão tocada nas rádios era na verdade de um piauiense. Torquato Neto nasceu em 09 de novembro de 1944 e morreu no Rio de Janeiro em 10 de novembro de 1972 vitima de suicídio.


Como está página destina-se mais ao rock,
 nós fechamos está matéria com à musica "Go Back"



Texto e Pesquisa
Aroldo Fernandes, Wellington Oliveira,  Pedro, Sergio e Fernando Gabriel

Edição: Gabriel Hammer



Fundador do The Who, Roger Daltrey, lança seu novo single, “As Long As I Have You”

 

Condecorado como “Comandante do Império Britânico” por sua contribuição ao mundo da música, Roger Daltrey acaba de lançar, em todas as plataformas digitais, o primeiro single de seu novo álbum homônimo, “As Long As I Have You”, que terá lançamento em junho deste ano.

O primeiro álbum solo do cantor desde 1992, “As Long As I Have You”, inclui uma mistura de músicas inéditas e covers de algumas das canções favoritas de Roger. Os covers incluem faixas de Stevie Wonder, Dusty Springfield, Steve Stills, Parlamento, Nick Cave & Garnet Mimms. O álbum conta ainda com a estrelar parceria de Pete Townshend, à frente do violão em várias faixas. Esta é a primeira vez eles que gravam juntos desde o último álbum de estúdio do The Who, “Endless Wire”, de 2006.



Fonte: Universo do Rock
TOTAL ROCK

segunda-feira, 12 de março de 2018

The Dead Daisies lança “Rise Up” o primeiro single do novo disco


“Rise Up”, single lançado no dia 9 de março, sexta-feira, é a primeira faixa divulgada de Burn It Down, quarto disco de estúdio The Dead Daisies. Com uma batida arrebatadora e guitarras potentes, a música constrói o cenário ideal de um outro grande ano para a banda.

“‘Rise Up’ tem um riff old school do Sabbath, somado a uma letra raivosa sobre o atual estado do mundo! É sobre as pessoas que estão no poder dizerem que têm os melhores interesses mas, na verdade, não terem! Precisamos nos levantar e fazer com que nossas vozes sejam ouvidas, para dizermos para eles que queremos mudança e merecemos coisas melhores!”, disse o vocalista John Corabi.

O lançamento do single é acompanhado por um videoclipe provocante, que explora os problemas citados por Corabi.


Burn It Down, que chega em 6 de abril pela Spitfire Music, é um disco poderoso, com uma bateria que pulsa, um baixo inesquecível, guitarras que gritam e vocais honestos. Evocando o melhor do Rock dos anos 1970, Burn It Down irá destruir todos os obstáculos em seu caminho.

Em abril, o The Dead Daisies embarca em uma turnê mundial com datas já esgotadas no Reino Unido e na Europa. Depois, a banda parte para o aguardado retorno ao Japão e à América do Sul.

O The Dead Daisies é composto por Doug Aldrich (Whitesnake, Dio), John Corabi (Mötley Crüe, The Scream), Marco Mendoza (Whitesnake, Thin Lizzy), Deen Castronovo (Bad English, Journey) e David Lowy (Red Phoenix, Mink).


Fonte: Universo do Rock

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sexta-feira, 9 de março de 2018

Rainbow: “Waiting For A Sign” é a primeira inédita em 20 anos

 

O primeiro single do Rainbow desde 1996, Waiting For A Sign, foi lançado oficialmente. A música foi escrita por Ritchie Blackmore, com letras de sua esposa Candice Night e vocais do atual cantor da Rainbow, Ronnie Romero, que é originário do Chile, mas agora está morando em Madri.

Ouça aqui a nova música Waiting For A Sign:



Essa última formação do Rainbow lançou duas novas gravações de estúdio no ano passado, mas não eram composições originais: uma era uma canção instrumental chamada Land Of Hope And Glory, que foi uma reformulação da canção patriótica britânica de 1902 de mesmo nome da Pomp And Circumstance March No. 1 de Edward Elgar, enquanto a outra era uma re-gravação de o clássico Rainbow I Surrender, que foi escrito por Russ Ballard e foi lançado pelo Rainbow em 1981.

Waiting for A Sign será incluído em Memories in Rock II, que será lançado em 6 de abril via Minstrel Hall / Soulfood. O conjunto também conterá um CD duplo dos concertos U.K. Rainbow de junho de 2017, um DVD contendo mais de 80 minutos de metragem de entrevistas com a banda e a equipe, um clipe de backstage adicional e um vídeo para a versão de estúdio de 2017 I Surrender.

O setlist, que combina faixas clássicas do Deep Purple e do Rainbow, foi exatamente o que os fãs solicitaram e será encontrado neste pacote de CD duplo. Alguns destaques são Spotlight Kid, I Surrender, Mistreated, Man On The Silver Mountain / Woman From Tokyo, Perfect Strangers, Black Night e Smoke On The Water - cada um com a performance estelar de Blackmore na guitarra e solos executados perfeitamente pelo mestre. Seu deslocamento brilhante nunca pode ser duplicado e é claramente um destaque de cada faixa desse pacote de CD duplo.

Lista de faixas Memories in Rock II:

Disco 1

01. Over The Rainbow
02. Spotlight Kid
03. I Surrender
04. Mistreated

05. Since You've Been Gone
06. Man On The Silver Mountain/Woman From Tokyo
07. 16th Century Greensleeves
08. Soldier Of Fortune
09. Perfect Strangers
10. Difficult To Cure
11. All Night Long
12. Child In Time

Disco 2

01. Stargazer
02. Long Live Rock'n'Roll/Lazy
03. Catch The Rainbow
04. Black Night
05. Carry On Jon
06. Temple Of The King
07. Smoke On The Water
08. Waiting For A Sign

Disco 3

01. Ritchie Blackmore Interview
02. Ronnie Romero Interview
03. Jens Johansson Interview
04. Bob Nouveau Interview
05. David Keith Interview
06. Candice Night Interview
07. Lady Lynn Interview
08. Dave David Interview
09. Andreas Bock Interview
10. Michael Bockmühl Interview
11. Bonus Backstage Clip
12. I Surrender 2017 Backstage Clip



Fonte: Blabbermouth 


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quinta-feira, 8 de março de 2018

Voando (Historias do rock)

Mesmo com repertório questionável, Queens of The Stone Age se vale de bom entrosamento e domina o palco na abertura para o Foo Fighters.



 Fotos: Marcos Hermes/Divulgação.

O vocalista e guitarrista do Queens Of The Stone Age, Josh Homme, um dos ícones do rock mais recente
O vocalista e guitarrista do Queens Of The Stone Age, Josh Homme, um dos ícones do rock mais recente

Se não fosse o Foo Fighters), o Queens Of The Stone Age teria roubado a cena na noite do domingo  25 de fevereiro no Maracanã. Porque o grupo, liderado por Josh Homme, um dos ícones do rock mais recente, assim como Dave Grohl, pode ser colocado inequivocamente na galeria de grandes shows dos últimos tempos. Mesmo sem lançar grandes trabalhos há uma década – foram só dois discos em 10 anos -, a banda se supera em cima do palco, a custa do entrosamento de uma – quem diria! - duradoura e enxuta formação, que, no passado, era um ajuntamento cheio de entra e sai que só começava a tocar depois de uma longa lista de chamada ser feita. E faz muita diferença o modo como eles tocam, sobretudo quando as três guitarras estão a todo o vapor no palco.

Sim, porque o QOTSA contemporâneo vive o paradoxo de não ter lá tantas músicas boas assim – uma falha de composição -, mas tocá-las tirando sons incomuns não só das guitarras, mas também dos teclados e acessórios – mérito do cuidado ao fazer os arranjos com uma sonoridade peculiar. Isso somado, com a atitude e a garra de quem vive o rock de verdade, com o bom entrosamento fornecido pela estrada, resulta em apresentações fulminantes como a de ontem. Músicas como “The Evil Has Landed” e “I Sat by the Ocean”, por exemplo só mostram o potencial que têm ao serem tocas ao vivo. A primeira com um riff matador inexpressivo em disco e um final demolidor, e, a segunda, com um modo de tocar slide guitar muito diferente do que se vê há anos no rock e no blues rock, cortesia dos guitarristas Troy Van Leeuwen e Dean Fertita, que também toca teclados e adjacências. 

O baixista Michael Shuman, com diferenciado figurino, entre os bastões verticais luminosos do palco
O baixista Michael Shuman, com diferenciado figurino, entre os bastões verticais luminosos do palco

De todas a apresentações no Brasil, incluindo em festivais como Rock In Rio (duas vezes), Lollapalooza e SWU, esse é o maior show do grupo em termos de tempo disponível para tocar, à exceção da noite de setembro de 2014, em São Paulo. Assim, o repertório, embora questionável, aparece bem distribuído entre os trabalhos mais recentes, e sobra espaço para quatro faixas de “Songs for the Deaf”, de 2002, um clássico da banda e relevante para o rock em todas as épocas. A versão esfuziante para “You Think I Ain’t Worth a Dollar, But I Feel Like a Millionaire” arrebata até ao fã de última hora, e “No One Knows”, coladinha nela e mais conhecida, leva o público ao delírio, em um dos melhores momentos da noite, ainda mais com um solo pauleira do batera Jon Theodore no meio. Nota-se, também, que o público chegou cedo para ver o Queens, ou a interseção de fãs entre uma banda e outra é maior do que parece.

Curiosamente, o álbum de estreia, homônimo, passa batido, e o segundo trabalho, o ótimo “Rated R”, só comparece com uma música, e não é até então obrigatória “Feel Good Hit of the Summer”, simbólica da imagem de doidões da qual talvez hoje a banda queira se afastar. De todo modo, o show funciona muitíssimo bem – repita-se – pelo fato de o grupo como um todo estar acertadinho, voando em cima do palco. Mesmo como abertura para o FF, o show tem um cenário bem bolado, com iluminação baixa – uma tônica no QOTSA – e bastões verticais cravados no palco que envergam como vara de jatobá e cedem bons efeitos de luz. Outras performances que realçam, em um show praticamente perfeito, são as de “My God Is the Sun”, cujo riff surpreende pelo peso, mas segue familiar ao mesmo tempo, com uma paradinha sensacional no final; “Little Sister”, com um impressionante desfecho acelerado por Theodore; e a dobradinha final com “Go With the Flow”, grande composição, e “A Song for the Dead”, no tradicional momento quebra tudo que acabou o show.

O ótimo baterista Jon Theodore, que solta a mão em todas as músicas e tem um mini momento solo
O ótimo baterista Jon Theodore, que solta a mão em todas as músicas e tem um mini momento solo

Na abertura, o Ego Kill Talent comprovou aquilo que todo mundo já supunha: que o som pesado e bem trabalhado da banda é mesmo feito para as massas. Depois da ótima passagem pelo Palco Sunset, no Rock In Rio do ano passado, quando tocou para um público menor, mas já no clima de um grande festival, o grupo deitou e rolou neste domingo. Não que o público do Maracanã fosse total já na abertura, ainda com dia claro, mas o suficiente para que o encantamento do rock se impusesse. Poucos ali deviam conhecer o quarteto, mas a força da música deles e a boa presença de palco, sobretudo a entrega do vocalista Jonathan Correa, levou ao aplauso geral ao final da apresentação.

O tipo de som, calcado no rock noventista americano, e de certa forma identificado com o das bandas principais, também colaborou para a aceitação geral do público. Ou seja, vale a pena a produção escolher bem as bandas certas para shows de abertura de bandas internacionais. Das sete músicas tocadas em meia horinha só, destaque para a pedrada “Heroes, Kings and Gods”, com um instrumental poderoso; a pegada grunge e pesada de “Sublimated”, que despertou as palmas da plateia antes de terminar; e para o desfecho, com a grooveada, mas também pesada “Last Ride”. Para quem há três anos estava no meio do público, como disse Jonathan, vendo o Foo Fighters de baixo para cima, nada mal. E pensar que a banda ainda tem muito a crescer.

O vocalista do Ego Kill Talent, Jonathan Correa: há três anos, estava no meio do público do Foo Fighters
O vocalista do Ego Kill Talent, Jonathan Correa: há três anos, estava no meio do público do Foo Fighters

Set list completo Queens Of The Stone Age:
1- If I Had a Tail
2- Smooth Sailing
3- My God Is the Sun
4- Feet Don’t Fail Me
5- The Way You Used to Do
6- You Think I Ain’t Worth a Dollar, but I Feel Like a Millionaire
7- No One Knows
8- The Evil Has Landed
9- I Sat by the Ocean
10- Make It Wit Chu
11- Domesticated Animals
12- Villains of Circumstance
13- Little Sister
14- The Lost Art of Keeping a Secret
15- Go With the Flow
16- A Song for the Dead



Fonte: Rock em Geral
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quarta-feira, 7 de março de 2018

Slayer: segunda parte da turnê norte-americana é confirmada


Literalmente por demanda popular -- com mais da metade das datas da turnê já esgotadas ou vendidas -- hoje o Slayer anuncia a segunda parte da sua turnê na América do Norte. A tour viajará para 20 cidades em cerca de cinco semanas, culminando em San Jose na Califórnia no dia 26 de agosto.

Lamb of God, Anthrax, Testament e Napalm Death acompanharão a banda em todas as datas. O ingresso geral de bilhetes na maioria das datas começa nesta sexta-feira dia 9 de março às 10h (local).

"Ficamos impressionados com a velocidade de vendas para a corrida final", disse Rick Franks, presidente da Touring for Live Nation, um dos promotores da turnê. "Trinta e seis anos depois e o Slayer é maior do que nunca".

Em 22 de janeiro de 2018, o Slayer anunciou que faria uma última turnê de concertos em todo o mundo para agradecer aos seus fãs por todo o seu apoio ao longo dos anos, por fazer as últimas três décadas tempos de bons momentos e inesquecíveis experiências.

As datas novas e previamente anunciadas para a turnê mundial final do Slayer, as pernas um e dois da América do Norte, são as seguintes:

SLAYER
C/ LAMB OF GOD, ANTHRAX, TESTAMENT, NAPALM DEATH
26.07. USA Gilford, NH - Bank of New Hampshire Pavilion
27.07. USA Bangor, ME - Impact Music Festival
29.07. USA Wantagh, NY - Northwell Health at Jones Beach Theater
31.07. USA Scranton, PA - The Pavilion at Montage Mountain
01.08. USA Albany, NY - Times Union Center
03.08. USA Darien Lake, NY - Performing Arts Center
04.08. USA Syracuse, NY - Lakeview Amphitheater
06.08. CDN London, ON - Budweiser Gardens
07.08. USA Grand Rapids, MI - Van Andel Arena
09.08. USA St. Louis, MO - Hollywood Casino Amphitheatre
10.08. USA Atlanta, GA - Cellairis Amphitheatre at Lakewood
12.08. USA Nashville, TN - Municipal Auditorium
13.08. USA Rogers, AR - Walmart Arkansas Music Pavilion
15.08. USA San Antonio, TX - Freeman Coliseum
16.08. USA Oklahoma City, OK - The Zoo Amphitheatre
18.08. USA Denver, CO - Fiddler‘s Green Amphitheatre
19.08. USA Salt Lake City, UT - USANA Amphitheatre
21.08. USA Boise, ID - Ford Idaho Center Amphitheater
23.08. USA Portland, OR - Sunlight Supply Amphitheater
26.08. USA San Jose, CA - SAP Center

Novas datas:

C/ LAMB OF GOD, ANTHRAX, BEHEMOTH, TESTAMENT
10.05. USA San Diego, CA - Valley View Casino Center
11.05. USA Irvine, CA - FivePoint Amphitheatre *SOLD OUT*
13.05. USA Sacramento, CA - Papa Murphy's Park
16.05. CDN Vancouver, BC - Pacific Coliseum
17.05. CDN Penticton, BC - South Okanagan Events Centre
19.05. CDN Calgary, AB - Big Four *SOLD OUT*
20.05. CDN Edmonton, AB - Shaw Conference Centre *SOLD OUT*
22.05. CDN Winnipeg, MB - Bell MTS Place
24.05. USA Minneapolis, MN - Armory *SOLD OUT*
25.05. USA Chicago, IL - Hollywood Casino Amphitheatre
27.05. USA Detroit, MI - Michigan Lottery Amphitheatre at Freedom Hill *SOLD OUT*
29.05. CDN Toronto, ON - Budweiser Stage *SOLD OUT*
30.05. CDN Laval, QC - Place Bell *SOLD OUT*
01.06. USA Uncasville, CT - Mohegan Sun *SOLD OUT*
02.06. USA Holmdel, NJ - PNC Bank Arts Center
04.06. USA Reading, PA - Santander Arena *SOLD OUT*
06.06. USA Cincinnati, OH - Riverbend Music Center
07.06. USA Cleveland, OH - Blossom Music Center
09.06. USA Pittsburgh, PA - KeyBank Pavilion
10.06. USA Bristow, VA - Jiffy Lube Live
12.06. USA Virginia Beach, VA - VUHL Amphitheater
14.06. USA Charlotte, NC - PNC Music Pavilion
15.06. USA Orlando, FL - Amphitheater
17.06. USA Houston, TX - Smart Financial Centre *SOLD OUT*
19.06. USA Dallas, TX - The Bomb Factory *SOLD OUT*
20.06. USA Austin, TX - Austin360 Amphitheater
21. - 24.06. IS Reykjavík - Secret Solstice Festival


Fonte: Nuclear Blast

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domingo, 4 de março de 2018

Lollapalooza Brasil divulga os horários das atrações

 

Lollapalooza Brasil 2018 acaba de revelar a tão aguardada programação oficial dos quatros palcos. A edição de 2018 acontece nos dias 23, 24 e 25 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Pearl Jam, Red Hot Chili Peppers, The Killers, Imagine Dragons, Lana Del Rey e LCD Soundsystem são os headliners. O line-up ainda traz nomes como Chance The Rapper, Wiz Khalifa, Dj Snake, Liam Gallagher, The National, Alok, Hardwell, Galantis, David Byrne, entre outros.


CONFIRA O LINE-UP OFICIAL POR DIA DA EDIÇÃO DE 2018

DIA 23 – Sexta-feira
Palco Budweiser
11h45 – Nem Liminha Ouviu
12h50 – Selvagens à Procura de Lei
14h30 – Rincón Sapiência
16h20 – Spoon
18h30 – Chance The Rapper
21h10 – Red Hot Chili Peppers

Palco Onix
12h00 – Luneta Mágica
13h40 – Vanguart
15h20 – Volbeat
17h25 – Royal Blood
19h35 – LCD Soundsystem

Palco Axe
12h50 – Plutão Já Foi Planeta
14h30 – Mallu Magalhães
16h20 – Oh Wonder
18h30 – Zara Larson
21h30 – Mac Demarco

Perry’s by Doritos
12h40 – Sevenn
13h35 – Kyle Watson
14h45 – Ftampa
15h55 – Shiba San
17h05 – What So Not
18h15 – Alison Wonderland
19h25 – DVBBS
20h35 – Galantis
22h00 – Alok

DIA 24 – Sábado

Palco Budweiser
12h30 – Tagore
14h10 – Ego Kill Talent
16h10 – Anderson Paak
18h20 – The National
22h00 – Pearl Jam

Palco Onix
11h50 – Ventre
13h15 – Liniker & os Caramelows
15h05 – Kaleo
17h15 – David Byrne
19h35 – Imagine Dragons

Palco Axe
12h30 – Jesuton
14h10 – Tash Sultana
16h10 – O Terno
18h20 – Mano Brown
21h00 – Kygo

Perry’s by Doritos
12h40 – Devochka
13h35 – Gustavo Motta
14h45 – Whethan
15h55 – Louis The Child
17h05 – Mac Miller
18h15 – NighMre
19h25 – Deoroo
20h35 – Yellow Claw
22h00 – DJ Snake

DIA 25 – Domingo
Palco Budweiser
12h30 – Braza
14h10 – Milky Chance
16h10 – The Neighbourhood
18h20 – Liam Gallagher
21h00 – The Killers

Palco Onix
11h45 – Francisco El Hombre
13h20 – Sofi Tukker
15h10 – Metronomy
17h15 – Khalid
19h25 – Lana Del Rey

Palco Axe
12h30 – Mahmundi
14h10 – Tiê
15h10 – Tropkillaz
16h20 – Tyler, The Creator
21h00 – Wiz Khalifa

Perry’s by Doritos
13h00 – Jord
14h00 – Jetlag
15h00 – Cat Dealers
16h00 – Thomas Jack
17h15 – Cheat Codes
18h30 – Alan Walker
19h45 – Dillon Francis
20h55 – Hardewll

SERVIÇOS:
LOLLAPALOOZA BRASIL 2018
Datas: 23, 24 e 25 de março de 2018
Local: Autódromo de Interlagos – Avenida Senador Teotônio Vilela, 261 – Interlagos – São Paulo – SP

Ingressos:

LOLLA DAY – 2º LOTE
Sexta-feira, dia 23 de março – DISPONÍVEL – R$ 400 R$ 800
Sábado, dia 24 de março – ESGOTADO
Domingo, dia 25 de março – DISPONÍVEL – R$ 400 R$ 800

 Melhores Momentos 2016

Melhores Momentos 2017


Fonte: Universo do Rock

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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Palestra radiante

No show do novo álbum, Foo Fighters converte músicas em esquetes que são aula e ao mesmo tempo espécie de parque temático do rock.

O vocalista, guitarrista e mestre de cerimônia do Foo Fighters, Dave Grohl, com a contumaz empolgação
O vocalista, guitarrista e mestre de cerimônia do Foo Fighters, Dave Grohl, com a contumaz empolgação

Não é só mais um show de rock para 30 mil pessoas em um estádio. Não é só uma banda consagrada apresentando as músicas do disco novo e repetindo seus grandes sucessos, que é o que o público realmente quer ouvir. Se fosse assim, já seria ótimo, mas a apresentação do Foo Fighters na noite deste domingo (25/2), no Maracanã, é muito, muito mais. Supera o protocolo adotado por dez entre dez artistas seja de que segmento for e aponta para o improviso, ainda que de certo modo planejado, e para o desenrolar de um repertório apresentado de forma única, desenvolvida ano após ano, turnê após turnê, meio intuitivamente, por uma sólida formação que já dura, sobre o palco, mais de 10 anos. Com o Foo Fighters, uma música tocada ao vivo jamais é igual a ela própria, tocada em outra 
turnê.

Para se ter uma ideia, na primeira meia hora só cabem quatro músicas, convertidas que são em versões alongadas instrumentalmente, com interstícios para a participação da cantoria do povaréu, ou com inserções nem sempre oportunas – vamos e venhamos – de um empolgadaço Dave Grohl. Ele é a figura central da apresentação e já sobe no palco com a pré-disposição de botar pra quebrar, correndo de lado a outro do palco e cantando/gritando furiosamente. Com mais dois guitarristas (Chris Shiflett e Pat Smear) e o tecladista Rami Jaffee, Grohl se dá ao luxo de tocar assim, assim, enquanto deixa emergir a veia daquele que entretém, para a satisfação de uns e o desalento de outros, como acontece com grandes ícones do rock em todas as épocas. Que rende momentos engraçados e outros enfadonhos, não tenha dúvida.

Dave Grohl, à direita, e o baterista Taylor Hawkins, no fundo, único que divide protagonismo com ele
Dave Grohl, à direita, e o baterista Taylor Hawkins, no fundo, único que divide protagonismo com ele

A abertura é com “Run”, o indigesto single do novo álbum, “Concrete and Gold”, prontamente reconhecida pelo público, que realça o groove e a espécie de “batida de maracatu” imposta pelo batera Taylor Hawkins, em contraposição ao vocal gritado de Grohl, tudo no mais sutil Soulfly/Sepultura style. O público se acaba é na sequência, que inclui – tudo estendido - clássicos como “The Pretender”, com um ótimo duelo de Dave Grohl com Shiflett, e “Learn to Fly”, quando o desafio do vocalista é com um poderoso Hawkins. Na maior parte do tempo, a banda, acrescida por três vocalistas de apoio anônimas em algumas músicas, parece brincar de estátua para que o chefão Grohl brilhe à frente, à exceção de Taylor Hawkins, o “primeiro flerte” do vocalista, segundo ele próprio em uma de suas tiradas.

E Hawkins brilha em várias partes do show. Na mais extravagante, canta a música “Sunday Rain”, outra das novas, depois de um rápido solo, enquanto a bateria é erguida a uns oito metros de altura por um mecanismo pantográfico no maior estilo Kiss. Mais adiante, na apresentação dos músicos, em esquete quase humorística, faz as vezes de Freddie Mercury no Rock In Rio de 1985, decalcando a inigualável performance de “Love Of My Life”, com o público, embora jovem, fazendo sua parte direitinho. “Esse é o verdadeiro Rock In Rio”, diz Grohl, sem citar que o Foo Fighters estreou no Brasil na edição de 2001 do festival. Hawkins ainda troca de lugar com Grohl, que assume as baquetas em uma versão certinha para “Under Pressure”, de Queen + David Bowie, cujo nome infelizmente não é citado.

O guitarrista Chris Shiflett, agora com o look e também tocando como guitar hero no Foo Fighters
O guitarrista Chris Shiflett, agora com o look e também tocando como guitar hero no Foo Fighters

O momento apresentações da banda, que tem sido aperfeiçoado turnê após turnê, ainda tem Chris Shiflett cantando na versão de “Under My Wheels”, de Alice Cooper, e os sem jeito Nate Mendel (baixo) e Pat Smear (guitarra) mandam, respectivamente, um trecho de “Another One Bites the Dust”, também do Queen, e Blitzkrieg Bop, do Ramones. A homenagem maior, contudo, vem no bis, quando a imagem de Malcolm Young, o guitarrista do AC/DC, morto no final do ano passado, aparece no telão, com a banda tocando “Let There Be Rock”, música tema do filme de mesmo nome, forte influência para Grohl decidir montar bandas. Com tanto plus a mais, o show bate as duas hora e meia de duração, em um roteiro que, se é verdadeiro espetáculo temático do rock de várias épocas, além do show do FF em si, pode não ser tão bem compreendido pelo público, como se fosse uma primeira aula de uma matéria pouco estudada nesses tempos tão estranhos.

Pode não parecer, mas o cenário é também incomum, a começar pelo telão central, no formato de losango retângulo que remete à capa de “Concrete and Gold”. A iluminação, em pequenos spots quadrados de led, aparece em barras partidas três a três que assumem configurações diversificadas a cada música, e o uso de raio laser, seja projetando o logo da banda sobre os equipamentos, ou no clássico “raio de sol”, é aplicado durante toda a noite. Parece que não, mas são detalhes que contribuem para a pecha de “única” para a apresentação. Do disco novo, entram ainda “Make It Right”, que passa batida no meio do show ante ao desinteresse total da plateia, insensibilizada com um riff dos bons, e a marcial “The Sky Is a Neighborhood”, cujo tom épico e o apoio das vocalistas têm bom eco na multidão.

O discreto baixista Nate Mendel, junto com Taylor Hawkins: cozinha certeira para a guitarra brilhar
O discreto baixista Nate Mendel, junto com Taylor Hawkins: cozinha certeira para a guitarra brilhar

Apesar da ausência de números como “I’ll Stick Around”, “Congregation” e “Arlandria”, na contabilidade final o repertório tem músicas dos nove álbuns de estúdio da banda, à exceção de “Sonic Highways” (2014), talvez por ser um projeto específico com a participação de vários músicos. 

Direcionada aos fãs old school (teve a tradicional pergunta de quem estava no show do FF pela primeira vez), “Breakout” recebe adesão imediata, assim como a boa “Hope”, do álbum “Wasting Light”, de 2011, talvez o último grande trabalho da banda. A primeira parte é encerrada em grande estilo com “Best of You”, e o bis, curto – mas eram duas hora e meia! – termina com a participação geral da plateia em “Everlong”. O fim de um show que, pelos contornos singulares, possivelmente será bem diferente no futuro. Quem viu, viu. Quem não viu, veja.

Set list completo:
1- Run
2- All My Life
3- Learn to Fly
4- The Pretender
5- The Sky Is a Neighborhood
6- Rope
7- Sunday Rain
8- My Hero
9- These Days
10- Walk
11- Breakout
12- Make It Right
13- Under My Wheels
14- Another One Bites the Dust/Blitzkrieg Bop/Love of My Life/Blitzkrieg Bop
15- Under Pressure
16- Monkey Wrench
17- Times Like These
18- Best of You
Bis
19- This Is a Call
20- Let There Be Rock
21- Everlong

O tecladista Rami Jaffee, Dave Grohl, Taylor Hawkins e Nate Mendel, com o losango retângulo atrás
O tecladista Rami Jaffee, Dave Grohl, Taylor Hawkins e Nate Mendel, com o losango retângulo atrás 


Fonte: Rock em Geral

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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

O lançamento do álbum ‘Roots’, do Sepultura

Há exatos 20 anos, uma revista e um programa de rádio independentes furaram esquemas oficiais e tocaram o material em primeira mão. Foto: Reprodução/Internet. 

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Meus amigos, o que é a natureza. O tempo passa, o tempo voa e lá se vão 20 anos do álbum “Roots”, do Sepultura, o de maior repercussão deles e o último com a chamada formação clássica. Um disco ousado e bastante controverso por misturar ritmos brasileiros como o imaculado - pero no mucho - heavy metal, mas que consagrou mundo afora o jeito Sepultura de se fazer heavy metal, além de influenciar novas gerações de bandas do gênero e não só no Brasil. E isso sem falar no Soulfly e adjacências, que seguem, na maior parte do tempo, reproduzindo a, digamos assim, fórmula “Roots” para todo o sempre.


Mas não era isso que eu queria dizer. O que eu quero contar é que quem lançou “Roots” no Brasil foi esteve que vos escreve, num verdadeiro furo de reportagem que nem sempre é possível fazer quando se trabalha no meio independente. Oficialmente, a data de lançamento de “Roots” é 20 de fevereiro, mas, há 20 anos, o mundo era diferente. Hoje, quando chega a data oficial de um lançamento fonográfico, o material já vazou há tempos, e todo mundo que se interessa por aquele artista já sabe do que se trata. Em 1996, não. Por isso, quando foi ao ar a edição dia 23 de fevereiro do programa EP Vanguarda, na Rádio Rio de Janeiro AM, às 11 da matina, o Brasil ouvia, pela primeira vez todas – eu disse todas – as faixas de “Roots” em primeira mão.

Isso porque, a época, eu representava a saudosa Revista Dynamite, cuja sede era em São Paulo, no Rio, e recebi um advance do tal disco do chefão André Cagni, o Pomba, que por sua vez recebera o material do nosso correspondente em Londres, Celso Barbieri. Lá na Inglaterra, um pré-lançamento do disco havia sido feito, cópias de um CD com as músicas foi distribuído para alguns jornalistas e Barbieri mandou uma para cá. Em princípio, ingênuo, não saquei a importância, mas ao contar para as intrépidas irmãs Andrea e Adriana Cassas, diretoras do programa e parceiras na época, elas logo viram que aquilo tinha que ir ao ar o mais rápido possível.

Nem foi tão rápido assim, porque estávamos no período de Carnaval, e o programa com o lançamento do disco ficou para a sexta depois do fim da festa. Uma data que talvez não tivesse tanta audiência, né? Qual nada, meus amigos. Ocorre que O Globo (não consegui o print do arquivo deles) e o saudoso Jornal do Brasil ficaram sabendo, deram matérias e a coisa quase não sai. Isso porque a gravadora da banda já tinha fechado um acordo com a poderosa Rádio Cidade, que iria fazer o lançamento do álbum justamente naquela sexta, só que às 18h, no badalado programa comandado por Monika Venerábile, uma das locutoras reveladas na Fluminense FM, minha grande referência no rock em todas as épocas. Se bobear, a Cidade até antecipou o lançamento para o mesmo dia, para tentar diminuir o gap entre uma coisa e outra.

Antes disso, a Rádio e a gravadora, ao tomarem conhecimento de que seriam furados por uma nanica concorrência, trataram de tentar impedir que o EP Vanguarda fosse ao ar. Recebi telefonemas que nos ameaçavam de tudo, inclusive de denúncias a órgãos federais de controle, que poderiam tirar o sinal da rádio do ar no horário do programa. Foi ficando legal, né? Confesso que pensei algumas vezes em ao menos adiar o lançamento do disco para a semana seguinte, mas as destemidas Andrea e Adriana puxaram a minha orelha e fui convencido a fazer o que deveria ser feito. E assim colocamos no ar, no dia 23 de fevereiro de 1996, em primeira mão para o Brasil, todas as músicas do álbum “Roots”, do Sepultura. Com comentários e análises deste que vos escreve, mesmo que não se soubesse exatamente o título de algumas das músicas.

A história, contudo, tem um complemento que acredito nunca ter contado. Após o programa, como de hábito, fomos para o QG das Cassas e lá ficamos até a noite, para acompanhar o que seria o lançamento oficial da Rádio Cidade. Obviamente, como é hábito em uma rádio que jamais satisfez os entusiastas do rock em qualquer uma de suas fases, não foi tocada a íntegra do disco, muito menos havia alguém para dar um contexto jornalístico. Se bobear, esse lançamento só foi feito através de permutas de idoneidade duvidosa. Mas isso é o de menos. O que eu quero dizer é que, durante o programa, foi sorteada uma camisa importada já com o logo de “Roots”, e o ganhador – e ainda tem mais essa – foi este que vos escreve. Ou seja: furamos os caras e ainda levamos o brinde deles como troféu. Roots bloody roots!

Portanto, se você que vai a tudo o que é show de rock encontrar um sujeito bem apessoado com um camisão cinza de mangas compridas, com o bolso esquerdo bordado com a logo de “Roots” nas cores da bandeira do Brasil, saiba que esse cara sou eu. Sim, uso até hoje, em poucos dias do ano de um Rio de Janeiro indiferente ao inverno. Saiba também que por trás dessa farda há essa história que acabo de contar, e que, assim como eu, essa camisa vem de longe. Muito longe.


Até a próxima, e long live rock’n’roll!!!

Fonte: Rock em Geral

 




 


terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Os mitos e as verdades por trás da vida de Bon Scott

Em formato de biografia, livro do jornalista Jesse Fink conta novos fatos sobre a suspeita morte do primeiro e lendário vocalista do AC/DC


No fim de 2017, fãs de todo o planeta se consternaram com a morte de Malcolm Young, um dos irmãos fundadores do AC/DC. E essa não foi a primeira vez que a morte rondou a existência de uma das maiores bandas de seu gênero da história.

Bon Scott, primeiro e talentoso vocalista do AC/DC, virou uma lenda entre os fãs de rock depois de sua morte precoce, aos 33 anos, no auge da carreira.

Diz a história que, na madrugada do dia 19 de fevereiro de 1980, após um show, ele morreu de intoxicação alcoólica dentro do carro de um amigo. Mas qual a verdade por trás disso?

Há alguns novos fatos que mostram que essa talvez não tenha sido a real causa de sua morte. Além disso, muitos dizem que o Back In Black – álbum de rock mais vendido de todos os tempos e creditado apenas aos irmãos Young e a Brian Singer – teve na verdade uma grande participação de 

Bon. Será mito? Ou há de fato evidências que comprovem isso?

Para desvendar esses mistérios, o jornalista Jesse Fink entrevistou, durante 3 anos, pessoas ligadas a Bon e pesquisou documentos e fotos nunca antes acessados, resultando em sua mais recente obra: Bon: a última Highway (Benvirá, R$ 54,90). Levando o leitor de volta ao intenso período de formação da banda, o livro reconstitui os últimos passos do vocalista e faz o leitor conhecer fatos até então inéditos sobre a história dele.


SOBRE O AUTOR
 
Jesse Fink nasceu em Londres, em 1973. Ele é jornalista e autor do best-seller Os Youngs: os irmãos que criaram o AC/DC, lançado em mais de vinte países. Bon: a última highway é seu quarto livro. Ele vive com a esposa e a filha e divide seu tempo entre Sydney, na Austrália, e São Paulo.


Fonte: Universo do Rock



 

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