sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Anthrax em POA: Scott Ian lançará livro após shows pelo Brasil

 
O Anthrax, um dos Big Four do Thrash Metal — ao lado de Metallica, Slayer e Megadeth — toca em Porto Alegre, dia 10 de novembro, no Opinião (Rua José do Patrocínio, 834), às 20h. E, mesmo com a rotina de shows, o guitarrista e fundador da banda Scott Ian encontrou tempo para fazer um segundo livro. Access All Areas: Stories From A Hard Rock Life (Acesso a Todas as Áreas: Histórias de uma Vida Hard Rock, em tradução livre) será lançado em 12 de dezembro.

Conforme Ian tem divulgado na imprensa, trata-se de uma compilação de contos de humor, excessos, diversão, deboche, comilança, bebedeiras e caos.

Além disso, narra os encontros do guitarrista com outros artistas, tais quais "Dimebag" Darrell Abbott (Pantera), Trent Reznor (Nine Inch Nails), Madonna, Lemmy Kilmister (Motörhead), John Carpenter, Robert Trujillo (Metallica), Slayer, David Lee Roth (Van Halen) e outros.

Em 2014, o músico colocou no mercado editorial o livro I'm The Man: The Story Of That Guy From Anthrax (Eu Sou o Cara: a História daquele Sujeito do Anthrax, em tradução livre).

 
Confira o serviço do show na capital gaúcha:
::::: ANTHRAX :::::

Local
Opinião (Rua José do Patrocínio, 834)
Classificação etária:
14 anos
Quando
Sexta, dia 10 de novembro – 20h
Cronograma
19h — abertura da casa
20h — ANTHRAX
Ingressos
Segundo lote*

Promocional — R$ 165,00 **

Meia-entrada — R$ 160,00 ***

* Inteira — para quem preferir não optar pelo ingresso promocional ou não tiver direito ao desconto da meia-entrada, os valores são: 2º lote R$ 320.
** Promocional — valor reduzido, por promoção, mediante doação de 1kg de alimento não-perecível ou agasalho. Nos ingressos promocionais, as doações devem ser feitas no dia do evento, ao acessar a casa de shows. Válido para qualquer cliente.
*** Meia-entrada — 50% de desconto para estudantes e idosos. Para o benefício da meia-entrada é necessário apresentar comprovação no dia do evento, ao acessar o local do show. Os documentos aceitos como válidos estão determinados no artigo 4º da Lei Estadual 14.612/14.

Pontos de venda:
Online
www.blueticket.com.br (em até 6x no cartão)

Lojas (somente em dinheiro)

SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA: 
Youcom – Bourbon Wallig, 3º piso. Fone: (51) 3206-5490.

COM TAXA DE CONVENIÊNCIA (R$ 5,00):
Multisom — Rua dos Andradas, 1001. Fone: (51) 3328-8448.
Multisom — São Leopoldo Shopping Bourbon. (51) 3952-1300.
Youcom — Bourbon Ipiranga, 1º piso. Fone: (51) 3206-5492.
Youcom — Shopping Total. Fone: (51) 3206-5452.
Youcom — Shopping Praia de Belas, 3º piso. Fone: (51) 3206-5530.
Youcom — Shopping Iguatemi, 2º piso. Fone: (51) 3206-5820.
Youcom — Barra Shopping, térreo. Fone: (51) 3206-5423.
Youcom — Novo Hamburgo (Av. Nações Unidas, 2001, segundo piso), lojas
2086/2090 | Bairro Rio Branco. Fone: (51) 3206-5540.
Youcom — Shopping Canoas. Fone (51) 3206-5435.
Youcom — Bourbon Shopping São Leopoldo (Rua Primeiro De Março, 821, 
bairro Centro).
*A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora do site e dos pontos de venda oficiais.
*Será expressamente proibida a entrada de câmeras fotográficas profissionais e semiprofissionais, bem como filmadoras de qualquer tipo.


Autor: Homero Pivotto Jr.
Fonte: Abstratti Produtora 

Via: Agenda Metal

http://parnaibatotalrock.com/ 

 

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Formação assombrosa e repertório com muitos clássicos garantem up grade no thrash metal elaborado do Megadeth. Fotos: Nem Queiroz.


O líder do Megadeth, Dave Mustaine, 56, totalmente renovado com a entrada dos novos integrantes
O líder do Megadeth, Dave Mustaine, 56, totalmente renovado com a entrada dos novos integrantes


Uma banda com mais de 30 anos de carreira só consegue se manter viva com mudanças de integrantes, ainda mais quando possui um líder – o dono mesmo - com punho de aço como Dave Mustaine. O que, também, acarreta na passagem de grandes músicos e outros nem tanto, e mesmo quando os músicos são bons, nem sempre o entrosamento entre eles, a tal química, funciona. Dessa vez, contudo, a julgar pela apresentação exuberante desta quarta (1/11), no Vivo Rio, o Megadeth está com uma formação afiadíssima, digna dos tempos de ouro da banda, na década de 1990. Impressionante como o brasileiro Kiko Loureiro entrou bem no quarteto, e como o caçula Dirk Verbeuren (ex-Soilwork), último a chegar, e para o lugar do monstro Chris Adler, perfazem um combo redondinho e com a performance de palco indispensável para esse tipo de música.

Um tipo de música elaborada, com palhetadas velozes, solos na velocidade da luz e maratonas de guitarras umas após as outras, sem parar mesmo. E que fica patente já em “Hangar 18”, avassaladora música do álbum “Rust In Peace”, um dos mais emblemáticos para o thrash metal e a música pesada de um modo geral. “Megadeth! Megadeth!”, grita logo de cara o ótimo público que enche a casa, no ritmo da música, entre uma evolução de guitarra e outra, o que aconteceria mais tarde, e já tradicionalmente, na cadenciada, mas não menos pesada “Symphony of Destruction”. Que Kiko é talentoso guitarrista todos sabem, mas, aqui, e já no começo, parece com uma agressividade e espécie de gana de tocar que muitas vezes não realçava tanto no Angra, a banda que o revelou. De cara, já no início, duela forte com Mustaine, o que seria uma tônica durante toda a noite.

Mustaine e Kiko Loureiro, o guitarrista brasileiro revelado no Angra e muito bem adaptado no Megadeth
Mustaine e Kiko Loureiro, o guitarrista brasileiro revelado no Angra e muito bem adaptado no Megadeth


Chama a atenção, no meio do set list, a inclusão da dobradinha “Conquer or Die!”/“Lying in State”, as duas do álbum mais recente da banda, o bom “Dystopia”, lançado no ano passado, nem sempre incluídas – em São Paulo, na véspera, por exemplo, não rolou. A primeira, instrumental, é terreno fértil para Kiko Loureio debulhar a guitarra sem dó, e tem a primeira entrada do mascote Vic Rattlehead, em traje de robocop. A segunda ainda serve para que David Ellefson exiba toda a sua técnica em um vistoso baixo de cinco cordas. Mesmo sem ser tão conhecidas assim, elas não tiram o pique da apresentação. O disco, premiado com o Grammy de “Melhor performance heavy metal”, fornece ainda outras duas músicas ao show. A ótima e com refrão grudento “The Threat Is Real”, na qual é Mustaine o capitão dos solos, e a própria “Dystopia”, numa interpretação correta e cheia de mini duelos Mustaine x Loureiro.

O show é dividido em blocos, e só o primeiro, com quatro músicas, dura mais de 20 minutos de uma traulitada acachapante. Na parte final, a pedrada “Tornado Of Souls” e “Mechanix”, insuspeita irmã gêmea de “The Four Horseman”, do Metallica ainda com Mustaine, formam uma avalanche sonora que poucas vezes se vê, mesmo em shows de bandas derivadas do thrash. Encorpado, o som, a essa altura bem melhor equalizado, salienta as intrincadas evoluções de guitarra e mais duelos – repita-se - de Mustaine com Kiko, um sempre apostando corrida com o outro. Impressionante como Dave Mustaine, tido como centralizador, cresce um bocado com os novos integrantes, incluindo o descabelado Verbeuren, revirando os tambores como se fosse fácil atuar em velocidade extrema o tempo todo.

Dave Mustaine e Kiko Loureiro, em um dos muitos duelos em alta velocidade que acontecem no show
Dave Mustaine e Kiko Loureiro, em um dos muitos duelos em alta velocidade que acontecem no show


O único senão do show é que, embora intenso, é curto, com 90 minutos de bola rolando. Já passou da hora de Mustaine preparar uma apresentação de umas duas horas, mesmo que tenha intervalo, porque não é fácil tocar em alta performance durante muito tempo, como outras bandas que lhe são contemporâneas fazem. Aí poderia incluir músicas de discos mais recente como “Endgame” e “Thirteen”, ou mesmo pinçar outras da antigas. Mas há tempo para a incrivelmente pop e sem peso, mas ainda assim amada “A Tout Le Monde”; a deliciosamente cadenciada e pesada ‘Symphony of Destruction”, marco afetivo para os fãs; a assustadoramente pesada “Sweating Bullets”; a presença de Rattlehead outra vez, em “Peace Sells”; e, no arremate previsível, mas necessário, e com uma performance alucinante, mesmo no final, “Holy Wars… The Punishment Due”. A música, síntese da fase de ouro do grupo e uma das mais representativas do thrash metal global, é como carimbo de qualidade batido com a certeza dos sábios em mais uma página fantástica escrita pelo Megadeth.

Set list completo:
1- Hangar 18
2- The Threat Is Real
3- Wake Up Dead
4- In My Darkest Hour
5- Take No Prisoners
6- Conquer or Die!
7- Lying in State
8- Sweating Bullets
9- Trust
10- A Tout Le Monde
11- Tornado of Souls
12- Mechanix
13- Dystopia
14- Symphony of Destruction
15- Peace Sells

Bis
16- Holy Wars… The Punishment Due

O mascote Vic Rattlehead, na segunda entrada no palco, abraça Mustaine, durante 'Peace Sells'
O mascote Vic Rattlehead, na segunda entrada no palco, abraça Mustaine, durante 'Peace Sells'


Fonte: Rock em Geral 

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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Green Day chega com a “Revolution Radio Tour” em novembro no Brasil




Foto: Frank Maddocks (via Midiorama)

A banda de rock Green Day anunciou que a turnê Revolution Radio Tour virá à América Latina com shows no Brasil. Os shows confirmados são: Rio de Janeiro, na Jeunesse Arena, em (01/11); São Paulo, na Arena Anhembi, em (03/11); Curitiba, na Pedreira Paulo Leminski, em (05/11); e em Porto Alegre, no Anfiteatro do Beira-Rio, em (07/11). A banda The Interrupters, de Los Angeles, é a convidada especial para abrir os shows na América do Sul.

A pré-venda de ingressos, exclusiva para clientes Banco do Brasil com cartão Ourocard, abre no dia 27 de junho para o Rio de Janeiro, 23 de Junho para São Paulo, e 4 de Julho para Curitiba e Porto Alegre. A venda geral começa no dia 30 de junho para o Rio de Janeiro, 26 de Junho para São Paulo e 7 de Julho para Curitiba e Porto Alegre, em www.livepass.com.br.

Atualmente, a banda está em turnê de divulgação de seu álbum mais recente, Revolution Radio, lançado em 7 de outubro de 2016 pela Reprise Records e que estreou no 1º lugar da Billboard 200. O álbum conta com os hits “Bang Bang”, 10ª música da banda a alcançar o topo das paradas, e “Still Breathing”, que também alcançou o Top 10. A Revolution Radio Tour iniciou em 1º de março de 2017 em Phoenix, Arizona, e vem rodando o mundo desde então.

O álbum Revolution Radio foi elogiado pela Alternative Press: “o álbum mais crítico e intenso do Green Day em anos”, pela Entertainment Weekly: “O álbum mais direcionado da banda em anos”, pelo LA Times: “um belo de um novo disco de punk”, pelo Nylon: “o disco entrega, em termos de música e letras, uma energia incontrolável com a quintessência do Green Day”, pelo Q: “Revolution Radio é o Green Day de volta ao seu melhor”, pela Rolling Stone: “o álbum reflete décadas de sabedoria musical e emocional acumulada” e pelo USA Today: “um revigorante retorno ao auge”.


SERVIÇO:

RIO DE JANEIRO
Data: 01 de novembro
Local: Jeunesse Arena
Horário: 20h30
Classificação etária: 16 anos. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais/responsáveis legais.
Ingressos: de R$ 110,00 a R$ 560,00
Link para a compra: www.livepass.com.br
SÃO PAULO
Data: 03 de novembro
Local: Arena Anhembi
Horários: 21h
Classificação etária: 16 anos. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais/responsáveis legais.
Ingressos: De R$ 140,00 a R$ 240,00
Link para a compra: www.livepass.com.br
CURITIBA
Data: 05 de novembro
Local: Pedreira Paulo Leminski
Horário: 18h
Classificação etária: 16 anos. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais/responsáveis legais.
Ingressos: De R$ 200,00 a R$ 700,00
Link para a compra: www.livepass.com.br
PORTO ALEGRE
Data: 07 de novembro
Local: Anfiteatro Beira-Rio
Horário: 19h
Classificação etária: 14 anos. Menores de 14 anos apenas acompanhados dos pais/responsáveis legais.
Ingressos: De R$ 120,00 a R$ 600,00
Link para a compra: www.livepass.com.br


Fonte: Universo do Rock

FUNDAROCK 
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terça-feira, 31 de outubro de 2017

Paralamas apresenta novas músicas, revê sucessos e resgata temas esquecidos em ótima performance de palco. Fotos: Cleber Junior.

 O vocalista e guitarrista do Paralamas do Sucesso, Herbert Vianna, acomodado em seu praticável
O vocalista e guitarrista do Paralamas do Sucesso, Herbert Vianna, acomodado em seu praticável
Sair de uma bem-sucedida turnê em comemoração ao aniversário de 30 anos de estrada que durou mais de cinco anos, e recomeçar outra com material inédito não é para qualquer um, e o Os Paralamas do Sucesso – doravante denominado apenas como Paralamas - encara a empreitada com a valentia que lhe é peculiar. Porque a banda não só inclui seis músicas do novo álbum no repertório do novo show, mas desencrava faixas quase esquecidas de seu cancioneiro, antes deixadas de lado, mas que funcionam muito bem ao vivo. A todo, o grupo tocou 29 músicas em cerca de 1h40 de show na noite do ultimo sábado (28/10), e, a julgar pela reação do público que encheu o Vivo Rio, eis aí mais uma vitória de uma banda que premonitoriamente tem o sucesso acoplado ao próprio nome.

O show tem cenário próprio com três telões gigantes atrás dos músicos onde são exibidas imagens da apresentação e de fases antigas do trio, dependendo de cada uma das músicas. A iluminação, também bolada para cada música/fase do show, tem ótimo efeito, sobretudo quando se concentra sobre a bateria de João Barone, que, assim como na turnê anterior, segue montada na frente do palco, alinhada com o praticável de Herbert Vianna, vocal e guitarra, à esquerda, e do baixista Bi Ribeiro. No fundo do palco, o tecladista João Fera e a dupla Monteiro Jr. (saxofone) e Bidu Cordeiro (trombone) garantem o arranjo encorpado em várias das músicas. Com essa paisagem de palco, a banda emenda um número atrás de outro, percorrendo quase todos os álbuns, a despeito da ênfase em “Sinais do Sim”, o tal disco novo, que saiu em agosto.

O trio cuja formação já mira os 40 anos: Herbert, o baterista João Barone e o baixista Bi Ribeiro
O trio cuja formação já mira os 40 anos: Herbert, o baterista João Barone e o baixista Bi Ribeiro


O repertório é concatenado de modo a salpicar sucessos inabaláveis entre as músicas novas e as redescobertas, ainda que esses dois grupos se confundam um pouco, e tudo funciona muito bem. Por isso o público, distribuído em mesas e cadeiras, na parte da frente, e de pé, atrás, numa disposição incomum para um show de rock, já se assanha com a dobradinha “Meu Erro”/“Lourinha Bombril”, logo na parte inicial. É de impressionar ainda hoje a fantástica linha de baixo de Bi Ribeiro, e a entrada dos metais enlouquece o público pra valer. A fusão de “Selvagem” com “O Beco”, outra com o groove pulando no peito, também cativa o público. A música faz parte de espécie de trilogia retratista da violência urbana bem percebida por Herbert em fases distintas da banda, que inclui também o “Calibre” e a filosófica/pessoal “Medo do Medo”. Esta última, uma das que estão no CD novo, é assinada pela rapper portuguesa Capicua, e realça a frase definitiva para a realidade brasileira: “Eles têm medo de que não tenhamos medo…”

Outras das novas que se destacam são a faixa-título, “Sinais do Sim”, música calma que ganhar um perturbador encerramento do cobra João Barone, o que seria uma constante durante o show, e a aliterante “Itaquaquecetuba”, prima distante de “O Rabicho do Cachorro Rabugento”, que, aliás, bem poderia aparecer em um ou outro show. Vacilo ter deixado a deliciosamente enguitarrada “Contraste”, também do disco novo, de fora. Talvez funcionasse melhor que “Teu Olhar”, por exemplo, que até deu uma esfriada no bis. Entre as redescobertas, por assim dizer, mataram a pau “Saber Amar”, que hoje é tema de comercial de banco, gravada no controverso “Vamo Batê Lata”, de 1995, por causa da emblemática “Luis Inácio (300 Picaretas)”; “Capitão de Indústria”, dos irmãos Paulo Sérgio e Marcos Valle, com Herbert debulhando a guitarra; e “Busca Vida”, encerrada por uma delirante performance de Barone. As duas últimas são do álbum “Nove Luas”, de 1996.

O ótimo baterista João Barone, garantia de grandes arranjos instrumentais no Paralamas do Sucesso
O ótimo baterista João Barone, garantia de grandes arranjos instrumentais no Paralamas do Sucesso


O público, contudo – e é para isso que servem os grandes sucessos – se joga pra valer, deixando as cadeiras empecilhantes de lado, na matadora sequência final que inclui “Ska”, e o telão mostra imagens ado personagem da capa de “O Passo do Lui”, de 1984; “Vital e Sua Moto”, que cita “Every Breath You Take”, do Police, eterna inspiração; e “Alagados’ pioneira dos ritmos paraenses no Sudeste, com citação a “Sociedade Alternativa”, de Raul Seixas. Antes, “Lanterna dos Afogados” e “Caleidoscópio”, juntas, já tinham causado fortes emoções, sobretudo esta última, finalizada com grande performance instrumental do trio e mais um belo solo de Herbert. Mais do que apresentar o material novo, rever sucessos e redescobrir músicas aqui e acolá – o que por si só já seria sensacional -, esse novo show do Paralamas se recomenda por si próprio pela pressão aplicada no palco e pela eficiente destreza técnica de seis músicos na ponta dos cascos.

Set list completo:
1- Sinais do Sim
2- Itaquaquecetuba
3- Meu Erro
4- Lourinha Bombril
5- Capitão de Indústria
6- Uns dias
7- A Outra Rota
8- Soldado da Paz
9- Viernes 3 AM
10- O Calibre
11- Selvagem/O Beco
12- Medo do Medo
13- Saber Amar
14- Busca Vida
15- Aonde Quer Que Eu Vá
16- O Amor Não Sabe Esperar
17- Sempre Assim
18- Lanterna dos Afogados
19- Caleidoscópio
20- Olha a Gente Aí
21- A Lhe Esperar/Keep On Movin’
22- Uma Brasileira
23- Ska
24- Vital e Sua Moto
25- Alagados

Bis
26- Bundalelê
27- Teu Olhar
28- Cuide Bem do Seu Amor
29- Óculos

Paisagem do palco com o cenário da turnê do novo álbum, 'Sinais do Sim', e os telões no fundo
Paisagem do palco com o cenário da turnê do novo álbum, 'Sinais do Sim', e os telões no fundo 



Fonte: Rock em Geral

Tarde Rock n' Roll... De segunda a sábado as 13hs na Web Rádio Parnaíba Total Rock 
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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Made in Brazil ganha exposição em homenagem aos 50 anos de carreira

A exposição "Viva Made in Brazil" vai acontecer em São Paulo e comemora os 50 anos de carreira de uma das maiores bandas brasileiras.

Dentre as atrações estão  a projeção do filme Uma banda Made in Brazil e um bate papo com Gastão Moreira.



Fonte: Rock Brigade